quinta-feira, 27 de abril de 2017

Tiago Reis Marques

 Li na revista do Expresso nº.2283 de 30 de Julho de 2016,
 uma resposta de Tiago Reis Marques que fixei, até porque já
 sofro de falta de memória.

 Ele é um jovem investigador e psiquiatra.

disse: "COM O PASSAR DA IDADE O CÉREBRO
            TENDE A ENCOLHER", com uma diminuição do volume
             de estruturas cerebrais como o hipocampo, a área do cérebro
             responsável pela memória.

diz também: "Vários estudos mostram que com a prática de exercício
                       aeróbio o cérebro consegue reverter essa redução
                       e inclusivamente várias zonas do cérebro voltam
                       a aumentar de volume."


 

terça-feira, 25 de abril de 2017

ABRIL SEMPRE!
Lembram-se do antes? Tudo mudou, como uma noite que se fez dia. Esperamos demais e mesmo assim a evolução foi vertiginosa. Muitos a estranharam, não estavam preparados. Problemas? Sempre haverá problemas!
Esta é a madrugada que eu esperava ...
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.

Sophia Mello Breyner

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Depois deste domingo, dia 23, Emmanuel Macron ter obtido 23,9% dos votos na primeira volta das eleições presidenciais francesas, contra os 21,4% da polémica Marine Le Pen – ambos passaram à segunda volta – o candidato presidencial viu as atenções da imprensa internacional virarem-se subitamente para a sua vida pessoal.

E a história de amor de Emmanuel Macron, de 39 anos de idade, e da mulher, Brigitte, de 64, é bem incomum. O casal conheceu-se em 1992, quando Macron tinha apenas 15 anos... e Brigitte 39. A potencial futura primeira-dama francesa era professora do político na sua escola secundária, em Amiens, no norte de França.

domingo, 23 de abril de 2017

A ÚLTIMA CEIA…
É um céu cinzento
Uma neblina férrea
Que não nos deixa ver o horizonte...
Que nos corta a respiração
E nos emagrece a garganta
À cadência de cada migalha evaporada
O quadro de gaivotas que antes adornavam os ares
E nos recordavam os mares e os rios
Tende a ser rendido por um esquadrão de abutres
Cor de velório com gente de cabeça vergada
Sem lágrimas, porque os olhos
De tão denegridos e mirrados
Já não têm força para chamar as águas
Pela rua caminhamos cada vez mais débeis
Já não entramos em estradas para não nos perdermos
Apoiamo-nos ombro a ombro para não cairmos
Vigiados pelas aves rapinas
Que pacientes e sequiosas de pele humana
Esperam a todo o momento a última ceia.

ÂNGELO GOMES – 23/4/2012 – 21h15

quinta-feira, 20 de abril de 2017